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quatrocentos e um, otros mundos desde março de 2013 atingiu 401 artigos/publicações.

COMPARTILHAR para uma rede informal de saberes úteis é a nossa missão.

peregrinar

peregrinar é o sugestivo tema da Conversas de Cesta.

domingo dia 12, 18:00, Livraria Mais (Parede/Carcavelos).

participar (por uma sociedade mais justa) é um dever.

 

tejo a pé (novembro 2016) – os parques premiados de Vila Franca

O Tejo é magnífico. Se alguém tem dúvidas vá até aos Parques da Póvoa e Linear.

Mais uma caminhada que correspondeu a um dia muito bem passado.

No Notícias do Mar:

https://www.dropbox.com/home/uploads?preview=tejo+-+nov+2016+-+vila+franca.pdf

Em dezembro andámos em Monsanto e em janeiro vamos novamente andar no Oeste.

 

 

coisas de vinho – dezembro

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enaltecer e valorizar toda a cultura à volta do vinho é objectivo da Coisas de Vinho.

dia 15 de dezembro, 17:15 na EPRAL em Évora o tema é Beber vinho em família.

apareça e traga família e amigos.

em novembro, na Igreja de S. Vicente foi assim:

mexer bem o corpo – tertúlia

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Conversas de Cesta, a tertúlia de troca de informação útil, volta no próximo domingo.

Sónia Abrantes, conceituada professora de Pilates, vai falar do corpo.

Participe e convide os seus amigos – partilhe para contribuir para um lugar melhor.

Tejo sustentável?

Foi no passado dia 7 em Vila Nova da Barquinha que se falou do Tejo sustentável. Curiosamente nesse mesmo dia a edição semanal (Lezíria e Médio Tejo) do O Mirante tem como capa “poluição regressa ao Almonda…”, é claro que Almonda é Tejo. Em que ficamos? Falou-se, bem. Nem sempre se fala bem mas desta vez falou-se bem, descontemos os ambientalistas da nossa praça que vivem noutro mundo, acreditam em milagres e querem o Tejo de há 50 anos: demolimos as barragens e compramos energia (nuclear?) a Espanha? Sustentabilidade do rio é um enorme desafio e uma história que tarda em acontecer. Considerando os justos e inalcançáveis (?) objetivos da organização, entre a utopia do “tempo volta para trás” e o politicamente correto ouvimos alguns dos maravilhosos mundos que “governam” o Tejo. A grande questão é saber o que fica para o dia seguinte? Ou seja , no que resulta positivamente tudo o que se ouve e conversa nestes auditórios? Na prática, como se concilia a ação dos “donos do rio” e o mundo real das populações e atividades econômicas locais/regionais que vivem o rio e do rio?

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cancioneiro

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O mundo é transformado por exemplos (ações), não por opiniões (ideias) – alguém disse um dia.

Muitos dos temas do Cancioneiro tratam objetivamente da insustentabilidade em que alguns confortavelmente vão vivendo e de tudo o resto que está em causa. Sabemos igualmente que a mudança (profunda) necessária não se faz em pouco tempo. …este percurso só ocorrerá na medida que a melhoria do nível de consciência da Humanidade se for concretizando.

Este Cancioneiro pretende contribuir para esta mudança, como ínfimas gotas de água que constituem o oceano. O desafio, pelo contrário, é infinitamente grande, mas a forma de o alcançar é em si muito simples: basta só cada um fazer o que deve. Como? Essencialmente, nas escolhas que fazemos.

As ações transformativas concretizam-se com pequenos passos (inspirado em Alfredo Sfeir Younis).

Visão correta; qual é o protocolo correto com a natureza?

Pensamento correto; isto é, a forma como ocupamos a mente dita o nosso foco ou energia para a mudança.

Linguagem correta; alinhar o que expressamos com a visão e o pensamento corretos.

Ação correta (escolhas acertadas), decorrente do somatório dos anteriores.

Comportamento correto; mesmo o nada fazer exige comportamentos justos e perfeitos.

Esforço correto; como em tudo não há resultados sem esforço, todo o caminho, por muito fácil que seja (e não é o caso), só se faz com persistência e determinação.

Atenção (concentração correta); a atenção correta tem a ver com os sentidos, só com atenção correta fazemos face aos obstáculos que nos surgem.

Reflexão correta; a presença permanente da escolha (monitorização).

 

no largo em Évora

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este é um sítio que vale a pena conhecer.

a excelência e autenticidade dos produtos só é comparável à atenção e atendimento invulgarmente simpático e competente.

as cidades necessitam de lugares assim, lugares com alma e qualidade que promovem relações e redes de vizinhança cúmplices.

a Merceraria do Largo é uma daquelas lojas que faz lembrar o antigamente onde ir à loja era muito mais do que comprar algo.

 

centro histórico

Soubemos que a presidente Maria do Céu Albuquerque não tem ambições políticas e que sonha com o centro histórico de Abrantes vivo e vivido. Os novos museus, com os atrativos que já existem em Abrantes, vão trazer gente, turistas e moradores, ao centro de Abrantes. Aposto que Santarém, Torres Novas, Tomar, etc., também vão reanimar os seus centros. Alguém se distraiu, deixou definhar os centros e agora todos querem inverter a situação. É a hora de voltar a dar-lhes vida. Como sempre é uma coisa está certa, vamos gastar dinheiro, os resultados depois logo se vê.

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o vinho à conversa

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Conversa de vinho na Parede, terra do meu passado que amo e onde tenho bons amigos.

Foi no passado dia 24 de Abril, que a Conversas de Cesta animaram um grupo de pessoas à volta do tema” Vinho, símbolo de uma civilização”, na qual Vanessa Schnitzer, estudante de Enologia (Universidade de Évora) discorreu sobre a forma como o vinho seduziu os nossos antepassados ao longo do tempo e se converteu num símbolo da civilização ocidental.

Não demorou muito  para que a conversa  escorregasse no Alentejo, considerado o berço de vinhos por excelência, em que António Belo, com conhecimento de causa, falou do caso particular de Reguengos.

Com tudo isto, emergiram duvidas e questões, com partilha de sentires, saberes e cumplicidades.

É isto que faz o vinho.

Em maio voltamos dias 8 e 22, no mesmo local de sempre (5ª de Rana) às 18:00 – apareça e traga amigos.

 

Adaptado de Esquire, de Matthew Buchanan