ano novo

Ano Novo é quase uma expressão mágica envolta por um véu que para além do qual desejamos espreitar e ter boas vistas. Sempre assim é e o resultado final é sempre o mesmo: ao dia sucede-se a noite e o amanhã depende do que somos hoje. Simples, certo e seguro; tudo o resto é bem mais incerto.

Vivemos um tempo de incerteza mas onde o essencial está à parte e por isso é certo. E nesta equação o mais relevante, a grande e boa notícia, é que esse essencial depende somente de cada um de nós.

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florestas urbanas

árvores no espaço urbano é o melhor dos “equipamentos” que as nossas cidades podem ter.

chega de tapetes de relva.

a floresta urbana, árvores, simplesmente árvores, tem que ocupar o espaço público:

https://www.dropbox.com/home?preview=florestas+urbanas+-++07-04-2016.pdf

o absurdo dos relvados num país patético que insiste em ser pobre:

http://www.otrosmundos.cc/2014/01/relvas/#more-496

árvores, só árvores sem relva algumas imagens:

https://picasaweb.google.com/109212587513581186400/FlorestaUrbanaArvoresSimplesmenteArvoresNoEspacoUrbano?authkey=Gv1sRgCNW0oP7NsdbKAw

 

 

 

 

 

 

 

 

“pelo Portugal de sempre” – 2

Mia Couto – Oração de Sapiência na abertura do ano lectivo no ISCTEM

OS SETE SAPATOS SUJOS 

Começo pela confissão de um sentimento conflituoso: é um prazer e uma honra ter recebido este convite e estar aqui convosco. Mas, ao mesmo tempo, não sei lidar com este nome pomposo: “oração de sapiência”. De propósito, escolhi um tema sobre o qual tenho apenas algumas, mal contidas, ignorâncias. Todos os dias somos confrontados com o apelo exaltante de combater a pobreza. E todos nós, de modo generoso e patriótico, queremos participar nessa batalha. Existem, no entanto, várias formas de pobreza. E há, entre todas, uma que escapa às estatísticas e aos indicadores numéricos: é a penúria da nossa reflexão sobre nós mesmos. Falo da dificuldade de nós pensarmos como sujeitos históricos, como lugar de partida e como destino de um sonho.

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“pelo Portugal de sempre”

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“pelo Portugal de sempre” – Presidente da Republica, 9 de março de 2016.

alimentação

Muitos percebemos que somos o que comemos. Mais, sabemos que a nossa qualidade de vida e bem estar, para além do fumar ou não fumar, do fazer ou não desporto etc., depende, em grande medida, da qualidade da nossa alimentação. Deixo já claro que nada disto tem a ver com dietas milagrosas que sustentam chorudos negócios. Tão pouco com o deixar de ter prazer à mesa. Tudo isto tem, sim, a ver com um modo de vida mais salutar e sustentável, na nossa terra. Vantagens para todos, a começar por cada um e por aqueles que nos são mais próximos.

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propósitos para 2016

2016 - palavras chaveno início de um novo ciclo (2016) defino os propósitos que vão merecer particular atenção nas minhas atitudes.

governo local

O recente Guia Autarcas e Autarquias de O Mirante, e também a entrevista do Presidente da Câmara Municipal de Torres Novas, motivam este escrito.

Desde que me lembro, considero o poder autárquico a maior e mais positiva obra do regime instaurado em Abril de 1974. Fundamento a minha opinião em vastos e concretos argumentos e factos. E se alguma dúvida possa existir, basta folhear o referido guia para aceitar o que afirmo. Se passarmos do papel para o terreno e fizermos uma viagem por cada um dos concelhos, tudo fica ainda mais claro. Os governos locais, como gosto de os designar intencionalmente, sobretudo por uma questão de responsabilização, independentemente da sua dimensão e cor política, têm obra feita.

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verão com ciência

Há cerca de 15 anos que o Ministério da Educação e Ciência, através do programa Ciência Viva, promove no verão uns milhares (leu bem) de iniciativas gratuitas que facultam e tornam acessível a ciência às pessoas. De 15 de julho a 15 de setembro, por todo o país, envolvendo um significativo número de promotores, quase trinta mil pessoas participaram neste enorme e diversificado conjunto de iniciativas. Temas como geologia, castelos, biologia, faróis, astronomia ou engenharia são algumas das matérias em que se inserem estas atividades.

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livros

Uma casa sem livros é uma casa sem alma (Cícero).

Sonho ou realidade, o bom é termos na mão um livro. O desafio de hoje é incentivar a leitura, não como uma obrigação mas sim por prazer e uma necessidade, como o respirar.

Poucas coisas serão tão benéficas e transversais. Nada é tão democrático como um livro. E a juntar a tudo isto não passa de moda, vejam este jornal; apesar do sucesso do digital quem dispensa de o ter na mão?

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regresso às rotinas

Quem faz o que gosta tem menos duas palavras no seu vocabulário: trabalho e férias. Quando trabalha, diverte-se e tem prazer no que faz, e quando está em férias aproveita para tirar partido desse tempo de lazer.

Seja como for, após este tempo de pausa, regressam as rotinas, as crianças voltam à escola etc… Segundo dizem, este regresso provoca algum stresse que não se recomenda.

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Adaptado de Esquire, de Matthew Buchanan