andar nos rios

Assim é o Tejo a pé:

Vamos andar pela Reserva Natural do Estuário do Tejo, designadamente nos exuberantes troços finais dos rios Sorraia e Almansor. Igrejas e castelos todos os outros (Espanha, Itália, França, etc.) têm melhor que nós, rios não, os nossos são os mais vivos, aproveitemos e vamos vive-los. Esta é a Rota das Lezírias (PR1 – BNV), durante muitos anos sonhada pela Câmara Municipal de Benavente que nos vai receber e a quem agradecemos desde já muito às técnicas Ana Palmar e Cristina Gonçalves. A a nossa caminhada será o  PR1 – BNV,  uma rota circular com cerca de 14 km.

Artigo completo:

https://www.dropbox.com/s/45auiyv9nyincdi/noticias%20do%20mar%20-%20tejo%20a%20p%C3%A9%20em%20benavente%20-%20set%202017.pdf?dl=0

para lá do Marão

Hoje é daqueles dias em que o “adoro escrever, só detesto começar” é ainda mais verdade. O “Tejo a pé”, um grupo de caminhada informal, esteve em Trás-os-Montes, ou seja, o “Tejo andou no Douro”. Este país é único; rios como os nossos não há mais na Europa. Em contrapartida, todos os outros (Espanha, Itália, França…) têm melhores igrejas, castelos, monumentos… É só por esta verdade que insisto no património natural da nossa terra como o maior dos valores turísticos e verdadeiramente distintivo. Andámos no Douro, mais concretamente no Tua, fruto de uma parceria com a Casa do Lagares Vara e Pedra, muito mais que uma casa de campo, na pessoa do biólogo Paulo Pinto. O Paulo preparou-nos um magnífico fim de semana que incluiu várias dimensões do que faz um humano feliz. Em Vilas Boas, no bonito concelho de Vila Flôr, bem para lá do Marão, no Parque Natural Regional do Vale do Tua, andámos cerca de 11 quilómetros de um encanto difícil de escrever e retratar. Jamais imaginámos que seria possível em Portugal andar tal distância continuamente com vistas soberbas.

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tejo a pé – Tramagal

Num destes fins de semana cerca de 40 pessoas essencialmente oriundas de Lisboa pela mão do Tejo a pé andaram no Tramagal. Na verdade a mão foi a da empresa local Terradágua sobre qual já aqui escrevi uma vez. O programa pelos trilhos do Tejo foi magnífico, todos os participantes o reconheceram. Apesar de saber alguma coisa do tema não faço ideia quanto pode valer um programa destes para um turista do norte da Europa? Sei que é muito dinheiro. Bem a propósito dos meus anteriores escritos (“Amazónia no rio Mira” e turismo de natureza) mostra-se assim, na prática, como se faz. Na verdade, como quase sempre, à porta de casa temos o que andamos à procura. O que a Terradágua fez no Tramagal é um exemplo prefeito de um produto com um enorme sucesso onde a natureza é viva e vivida sendo a comunidade local o motor. Esta é uma excelente forma de dinamizar a economia e cultura locais. Acrescente-se que para bem começar o dia iniciou-se pela visita à adega do Casal da Coelheira, a cultura e produtos locais, como deve ser,  enriqueceram o programa. A confirmá-lo, e de que maneira, foram as iguarias saboreadas ao almoço; façam o favor de registar estes nomes: restaurante Braz e D. Jacinta à volta das panelas. Quase em todas as terras há alguma coisa deste tipo, capaz de criar valor e riqueza. O maior argumento do turismo na natureza é o, incontornável, envolvimento da população – muito para além de fazer camas e aparar relva em hotéis de cinco estrelas, o que oferece o outro turismo.

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tejo a pé a Oeste (janeiro)

 

mais gente caminha.

quem o faz sente o bem desta prática.

no  Tejo a pé, uma vez por mês, caminhamos sem pressa: convivemos, olhamos, respiramos, sentimos e vivemos.

https://www.dropbox.com/s/mbp8d0kgsn5nx88/tejo%20a%20p%C3%A9%20no%20Not%C3%ADcias%20do%20Tejo%20%28caminhada%20em%20janeiro%29.pdf?dl=0

 

 

sopas

No passado domingo, como acontece todos os meses, andei com o “Tejo a pé”, um grupo informal de caminheiros, no Oeste. Andar pelo campo é do melhor que podemos fazer por nós. Andar, como é simples e acessível a todos, na generalidade esquecemo-lo. Um errado modo de vida assente numa tecnologia de valores e efeitos duvidosos para aí nos conduziu e a isso nos convida. Nós deixamo-nos ir. Entretanto, pelo Oeste, neste passo a passo de caminheiros demos com uma enorme cerca onde estavam umas largas dezenas de cabras. Realçava, no meio de alguma bandalheira, o vivo laranja de muito mogango que tinha sido dado aos animais como alimento. Rapidamente se ouviu, dito por um local, “este ano houve muitas abóboras”. A poucos quilómetros, aqui no Alentejo, das ditas abóboras, ou seja do mogango, resulta uma das melhores sopas que pode sair de qualquer cozinha: o feijão com mogango.

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Árvore de Natal

Embora o Presépio e a Árvore de Natal tenham passado para um plano secundário, para muitos, felizmente, ainda têm algum significado pelo seu enorme simbolismo e não só. Por ora, parece que o que conta é quem tem o maior presépio e árvore mais alta, quiçá com mais luzes.

Cada vez mais admiro as árvores. Num tempo em que a tecnologia avança a um ritmo mais rápido que a própria mentalidade do homem, mas que nada resolve do essencial, a árvore converte-se num ponto de referência indispensável. As suas qualidades – imobilidade, estabilidade, neutralidade e equanimidade, assim como a sabedoria do seu ritmo – dão-lhes um especial valor como amigas e conselheiras. Repare-se no comportamento das árvores face às estações do ano, uma enorme sabedoria.

A semana passada caminhei, com o grupo “Tejo a pé”, por Monsanto (Lisboa). As árvores ajudam muito a restabelecer o diálogo correto entre o ser humano e a natureza.

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andar (convite para caminhar no verão)

andar é a melhor das actividades físicas, sobretudo neste tempo artificial de “cultura de ginásio”.

para conhecer uma terra, cidade ou um povo nada se compara como o andar a pé.

se juntarmos o andar e a natureza o resultado roça o divino.

experimente e verá, no Tejo a pé vivemos informalmente, em grupo de amigos/conhecidos, esta verdade.

Tejo a pé no Notícias do Mar de junho:

https://www.dropbox.com/home?preview=tejo+a+p%C3%A9+em+junho.pdf

Convite para caminhar no verão:

Centro de Ciência Viva de Estremoz (Universidade de Évora)

http://www.ccvestremoz.uevora.pt/home/

julho

dia 23, 10:00, praia da Parede: “geobiodiversidade, algumas páginas da história da Terra na praia das Avencas (Parede)”

dia 24, 10:00, praia do Guincho: “a história da Terra do Guincho à serra de Sintra”

setembro

dia 3, 10:00, praia da Parede: “geobiodiversidade, algumas páginas da história da Terra na praia das Avencas (Parede)”

dia 4, 10:00, praia do Guincho: “a história da Terra do Guincho à serra de Sintra”

inscrição obrigatória em:

http://www.cienciaviva.pt/veraocv/2016/

 

tejo a pé

isto é o Tejo a pé (quase o centro de Cascais; quem diria.)

isto é o Tejo a pé (quase o centro de Cascais; quem diria!)

há alguns anos, provavelmente 8 ou 9, no seio da  ARH do Tejo surgiu informalmente o Tejo a pé.

Tejo a pé, um grupo de caminhada para andar no campo a usufruir  rios vivos e vividos.

mais de 500 pessoas, 120 caminhadas escrevem a nossa história.

uma vez por mês andamos e conversamos, até um dia.

amigo leva amigo. Cada um toma conta de si e todos tomamos conta de todos.

o campo faz bem, “descobriu” a ciência, não há melhor forma de conhecer uma terra, e, já agora, pessoas.

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Cascais.

caminhada em Alcochete [Tejo a pé]

O grupo informal de caminheiros Tejo a pé andou em Alcochete, nas margens do Tejo.

Guiados pelo mestre Miguel Boieiro conhecemos muitas plantas e soubemos das suas propriedades.

Além de um dia muito bem passado compreendemos o valor de um rio como o Tejo.

Assim é o Tejo vivo e vivido.

Aproveite a natureza de excelência que tem à porta de casa.

in Noticias do Mar:

https://www.dropbox.com/s/vpi67oemihazbk0/alcochete%20-%20tejo%20a%20p%C3%A9%20em%20mar%C3%A7o%202016.pdf?dl=0

 

à volta das plantas

 

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Com Miguel Boieiro o Tejo a pé andou nas margens do Tejo, em Alcochete.

Soubemos um pouco do muito que o Miguel sabe sobre as plantas que naturalmente por ali nascem e crescem.

Cerca de 50 amigos caminheiros e dois canídeos, apesar do vento frio, passaram um dia muito bom e levaram para casa algumas plantas para saborear. Como sempre, a meio do dia, houve o magnífico almoço onde cada um trouxe o que quis e nada faltou.

Na verdade o Tejo no seu melhor.

Alguns testemunhos fotográficos:

Natividade Silva:

https://goo.gl/photos/ouvf2eVVbvsbY6GFA

Paula Alves:

https://onedrive.live.com/?authkey=!AgOkrw-xRlZHiEo&id=FC7064BDB35DBBBF!4596&cid=FC7064BDB35DBBBF

Carlos Cupeto:

https://picasaweb.google.com/109212587513581186400/Alcochete28DeFev2016TejoAPe?authkey=Gv1sRgCIfn4ZPH0JeFPw

 

 

Adaptado de Esquire, de Matthew Buchanan