caminhar no estuário do Sado

caminhar no magnífico estuário do Sado e almoçar e visitar a quinta do projecto Romã é o nosso convite para domingo, dia 29.

tejo a pé em março e abril

desde há 10 anos que um grupo de amigos (amigo trás amigo) faz uma caminhada.

Tejo a pé porque a coisa surgiu informalmente na ex Administração da Região Hidrográfica do Tejo, I.P.

em março andámos pelo Tramagal.

Notícia no Notícias do Mar que todos os meses nos publica:

https://www.dropbox.com/s/5wvqu6n2t3a5unw/noticias%20do%20mar%20-%20tejo%20a%20p%C3%A9%20no%20Tramagal%20-%20mar%202018.pdf?dl=0

em abril vamos ao Sado e Palmela, imperdível:

https://www.dropbox.com/s/f50ps07evv6zoet/caminhada%20-%20projecto%20rom%C3%A3%20%28abril%202018%29.pdf?dl=0

caminhada na ribeira das vinhas em Cascais

No último domingo solarengo antes do abençoado inverno um numeroso grupo de amigos e caminheiros juntou – se no Mercado da Vila em Cascais e andou pelo campo desta terra. O convite foi-nos feito pela famosa ribeira das Vinhas.

Artigo completo no Noticias do Mar:

https://www.dropbox.com/s/nomub1b97df8vg8/vinhas%20em%20Cascais%20-%20noticias%20do%20mar%20-%20mar%C3%A7o%202018%20%28tejo%20a%20p%C3%A9%29.pdf?dl=0

serras de aires e candeeiros

muitos, muitos anos depois, provavelmente nesta caminhada do dia 12 novembro foi onde os nossos passos nos levaram mais longe.

Saber popular das Serras de Aires e Candeeiros:

Terra que possas.

Terras que consigas cuidar e manter limpas e cultivadas.

Casas que caibas.

Casas que sejam o suficiente para  dormires e descansares da vida diária.

Olival que não saibas.

Oliveiras que não saibas de modo a que tenhas muito azeite para vender para que tenhas dinheiro para o sustento e luz para iluminação à noite.

 

O melhor jornal do mundo mostra o que de melhor se faz no mundo, obviamente:

http://omirante.pt/sociedade/2017-11-12-Caminheiros-visitam-Serra-DAire-e-Candeeiros

http://omirante.pt/economia/2017-11-13-Produzir-cogumelos-biologicos-na-Serra-DDaire-e-Candeeiros

Fotografias de Natividade Silva:

https://photos.app.goo.gl/4vLD9bMCmPz3N3uw2

andar nos rios

Assim é o Tejo a pé:

Vamos andar pela Reserva Natural do Estuário do Tejo, designadamente nos exuberantes troços finais dos rios Sorraia e Almansor. Igrejas e castelos todos os outros (Espanha, Itália, França, etc.) têm melhor que nós, rios não, os nossos são os mais vivos, aproveitemos e vamos vive-los. Esta é a Rota das Lezírias (PR1 – BNV), durante muitos anos sonhada pela Câmara Municipal de Benavente que nos vai receber e a quem agradecemos desde já muito às técnicas Ana Palmar e Cristina Gonçalves. A a nossa caminhada será o  PR1 – BNV,  uma rota circular com cerca de 14 km.

Artigo completo:

https://www.dropbox.com/s/45auiyv9nyincdi/noticias%20do%20mar%20-%20tejo%20a%20p%C3%A9%20em%20benavente%20-%20set%202017.pdf?dl=0

Natividade Silva, amiga caminheira de longa data, viu assim a Rota das Lezírias:

https://drive.google.com/open?id=0B2bZ__ulrxHaZHhRSHQwcHEwd28

 

 

para lá do Marão

Hoje é daqueles dias em que o “adoro escrever, só detesto começar” é ainda mais verdade. O “Tejo a pé”, um grupo de caminhada informal, esteve em Trás-os-Montes, ou seja, o “Tejo andou no Douro”. Este país é único; rios como os nossos não há mais na Europa. Em contrapartida, todos os outros (Espanha, Itália, França…) têm melhores igrejas, castelos, monumentos… É só por esta verdade que insisto no património natural da nossa terra como o maior dos valores turísticos e verdadeiramente distintivo. Andámos no Douro, mais concretamente no Tua, fruto de uma parceria com a Casa do Lagares Vara e Pedra, muito mais que uma casa de campo, na pessoa do biólogo Paulo Pinto. O Paulo preparou-nos um magnífico fim de semana que incluiu várias dimensões do que faz um humano feliz. Em Vilas Boas, no bonito concelho de Vila Flôr, bem para lá do Marão, no Parque Natural Regional do Vale do Tua, andámos cerca de 11 quilómetros de um encanto difícil de escrever e retratar. Jamais imaginámos que seria possível em Portugal andar tal distância continuamente com vistas soberbas.

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tejo a pé – Tramagal

Num destes fins de semana cerca de 40 pessoas essencialmente oriundas de Lisboa pela mão do Tejo a pé andaram no Tramagal. Na verdade a mão foi a da empresa local Terradágua sobre qual já aqui escrevi uma vez. O programa pelos trilhos do Tejo foi magnífico, todos os participantes o reconheceram. Apesar de saber alguma coisa do tema não faço ideia quanto pode valer um programa destes para um turista do norte da Europa? Sei que é muito dinheiro. Bem a propósito dos meus anteriores escritos (“Amazónia no rio Mira” e turismo de natureza) mostra-se assim, na prática, como se faz. Na verdade, como quase sempre, à porta de casa temos o que andamos à procura. O que a Terradágua fez no Tramagal é um exemplo prefeito de um produto com um enorme sucesso onde a natureza é viva e vivida sendo a comunidade local o motor. Esta é uma excelente forma de dinamizar a economia e cultura locais. Acrescente-se que para bem começar o dia iniciou-se pela visita à adega do Casal da Coelheira, a cultura e produtos locais, como deve ser,  enriqueceram o programa. A confirmá-lo, e de que maneira, foram as iguarias saboreadas ao almoço; façam o favor de registar estes nomes: restaurante Braz e D. Jacinta à volta das panelas. Quase em todas as terras há alguma coisa deste tipo, capaz de criar valor e riqueza. O maior argumento do turismo na natureza é o, incontornável, envolvimento da população – muito para além de fazer camas e aparar relva em hotéis de cinco estrelas, o que oferece o outro turismo.

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tejo a pé a Oeste (janeiro)

 

mais gente caminha.

quem o faz sente o bem desta prática.

no  Tejo a pé, uma vez por mês, caminhamos sem pressa: convivemos, olhamos, respiramos, sentimos e vivemos.

https://www.dropbox.com/s/mbp8d0kgsn5nx88/tejo%20a%20p%C3%A9%20no%20Not%C3%ADcias%20do%20Tejo%20%28caminhada%20em%20janeiro%29.pdf?dl=0

 

 

sopas

No passado domingo, como acontece todos os meses, andei com o “Tejo a pé”, um grupo informal de caminheiros, no Oeste. Andar pelo campo é do melhor que podemos fazer por nós. Andar, como é simples e acessível a todos, na generalidade esquecemo-lo. Um errado modo de vida assente numa tecnologia de valores e efeitos duvidosos para aí nos conduziu e a isso nos convida. Nós deixamo-nos ir. Entretanto, pelo Oeste, neste passo a passo de caminheiros demos com uma enorme cerca onde estavam umas largas dezenas de cabras. Realçava, no meio de alguma bandalheira, o vivo laranja de muito mogango que tinha sido dado aos animais como alimento. Rapidamente se ouviu, dito por um local, “este ano houve muitas abóboras”. A poucos quilómetros, aqui no Alentejo, das ditas abóboras, ou seja do mogango, resulta uma das melhores sopas que pode sair de qualquer cozinha: o feijão com mogango.

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Árvore de Natal

Embora o Presépio e a Árvore de Natal tenham passado para um plano secundário, para muitos, felizmente, ainda têm algum significado pelo seu enorme simbolismo e não só. Por ora, parece que o que conta é quem tem o maior presépio e árvore mais alta, quiçá com mais luzes.

Cada vez mais admiro as árvores. Num tempo em que a tecnologia avança a um ritmo mais rápido que a própria mentalidade do homem, mas que nada resolve do essencial, a árvore converte-se num ponto de referência indispensável. As suas qualidades – imobilidade, estabilidade, neutralidade e equanimidade, assim como a sabedoria do seu ritmo – dão-lhes um especial valor como amigas e conselheiras. Repare-se no comportamento das árvores face às estações do ano, uma enorme sabedoria.

A semana passada caminhei, com o grupo “Tejo a pé”, por Monsanto (Lisboa). As árvores ajudam muito a restabelecer o diálogo correto entre o ser humano e a natureza.

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Adaptado de Esquire, de Matthew Buchanan