tribunal de contas e UÉv

as conclusões  do relatório do TC relativamente às contas da UÉv são hilariantes.

um marciano que as ouvisse pensaria: “Estado Português é top”.

como não sou marciano e vivo com o Estado Português sinto todos os dias vários estados com diversas e dispares medidas.

haja estofo para aguentar, e pagar, este Estado.

na verdade cada povo tem o Estado que faz.

Deus nos ajude.

PS – em boa hora criei neste blogue o novo tópico NÚTÍCIAS, até parece que estava a pensar no Estado português.

dragagens no rio Sado

Anunciam-se umas dragagens no Sado e um grupo de interesse, não sei qual, é contra. Tão pouco se sabe com base em quê? É contra porque sim. Acresce ainda outra prática muito comum, como sempre, este grupo, grande ou pequeno, tem a mesma voz que o maior especialista em dragagens.

artigo completo no Setubalense/Diário da Região de hoje:

https://www.dropbox.com/s/z4bhn4o80tm70uh/dragagens%20no%20Sado%20-%20Setubalense%20-%20DR%20-%2019%20set%2018.pdf?dl=0

descriminação racial

a enorme descriminação racial em Portugal.

esta é a notícia no Observador:

“Origem “portuguesa, cigana, chinesa, africana, Europa de Leste, indiana e brasileira ou outra”. Esta era uma das questões colocadas num inquérito que foi entregue, esta segunda-feira, aos pais dos alunos de, pelo menos, duas escolas do primeiro ciclo do Grande Porto e que está a ser considerado “racista”, levando a várias denúncias no Alto Comissariado para as Migrações, na Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial e também junto da secretária de Estado da Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro.

Segundo a notícia avançada pelo Jornal de Notícias, as queixas partiram dos próprios encarregados de educação dos alunos. “Fui levar o meu filho à Escola do Estádio do Mar, em Matosinhos, e entregaram-me um envelope com uns papéis a dizer que fui seleccionado para participar numa investigação”, disse o pai de um aluno que apresentou queixa, acrescentando que se tratava de um “questionário tolo com perguntas racistas”.

O documento é constituído por 15 páginas, composto pelos termos de participação e consentimento informado, pela ficha de caracterização e pelo questionário dirigido aos pais dos alunos, tendo sido distribuído por escolas do Porto e de Lisboa. Trata-se de uma investigação organizada pela CLOO, uma empresa de consultadoria em economia comportamental, feita em parceria com a Fundação Belmiro de Azevedo que, entretanto, retirou o apoio à investigação.”

tão ridículo. Esta fatura vai-nos custar muito caro.

há algum brasileiro que esteja por cá que se envergonhe dessa condição?

se não se importam sou português, diferente de um espanhol, etc., alentejano, diferente de algarvio, etc., por isto tenho, com muito orgulho, determinado tipo de cultura e valores de que não abdico.

posso?

a quem pergunto?

 

 

 

 

professor

a onde te levam os teus passos?

Tempo de andar.

Neste tempo, sem tempo, andar é, talvez a melhor acção que o Homem pode fazer por si e pelos outros; pelo próprio planeta. Estamos esquecidos, mas andar é a primeira forma de viajar e, ainda hoje não temos outra maneira de ir tão longe como com os nossos passos.

Artigo completo, Notícias do Mar, set 2018:

https://www.dropbox.com/s/qlj8pxhusvpu4z3/a%20onde%20te%20levam%20os%20teus%20passos%20%28Not%C3%ADcias%20do%20Mar%20set%202018%29.pdf?dl=0

terras à conversa

dia 23, 18:00, regressa a Conversas de Cesta.

o tema à conversa é de grande actualidade e importância:

terras de Cascais.

as hortas e as vinhas urbanas/comunitárias de Cascais.

a Teresa Pelagio e o André Miguel são gente que sabe e que garantem uma excelente Conversas.

faça parte da mudança; sinta-se convidado e convide os seus amigos.

 

recomeçar

“Quanto maior e mais abrangente for a nossa visão da vida, quanta mais liberdade sentiremos.” Agora, no recomeço, sinto-me livre para evoluir e crescer mediante a mudança de visão.

Setembro e janeiro carregam o ónus, e a oportunidade, do recomeçar. Agora, setembro, depois das férias, para quem as teve (quem as tem julga que férias é um bem global mas não é), para as centenas de milhar de alunos e professores, um pouco para todos, representa o começar do ano. Os dias ficam mais curtos e, se a natureza se comportar dentro da média, sentimos que o verão já lá vai. As folhas começam a cair. É tempo para projetar e concretizar sonhos, pessoais e profissionais. A expetativa de que vai ser diferente para melhor é comum. Na verdade tudo lá fora está mais ou menos na mesma. Goste-se, ou não, o António Costa está na mesma e o futebol é sempre igual.

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moedas

Moedas, o Carlos.

Este nosso Comissário tira-me do sério. Não me deixou ir de fim de semana sem rabiscar este escrito. A eminência i-tec andou pela minha terra, Alto Alentejo, mas esta minha “paixão” pelo que o Comissário faz ficou bem enraizada aqui há 3 ou 4 meses, quando a criatura decidiu dar uma festa na universidade onde trabalho. Sim, porque isto é tudo uma festa, muito jovem e divertida. A coisa foi de tal maneira importante e marcante que já não me lembro do tema e muito menos do que o homem disse; uma verdadeira inutilidade. O que também me aborreceu foi ter insistido com os meus alunos para participarem e alguns, coitados, lá estavam. Quando entrei na sala fui assaltado por jovens, felizes e sorridentes, que me disseram que podia participar na sessão através de uma aplicação no smartphone. Não mandei a menina à merda por respeito à casa que me dá o pão. Isto é, estou numa sala e posso intervir na sessão que aí vai decorrer através do smartphone. Foi mais ou menos isto que este senhor e os seus amigos andaram a fazer em Marvão. Uma estupidez que nada interessa para a vida e os problemas das pessoas que esta gente não conhece nem quer conhecer. É assim que gastam o dinheiro dos meus impostos e isto chateia-me cada vez mais. E a vós, não?

inutilidades

parabéns Cascais

 em tempos mais sérios o zero era zero. Agora não, é Zero, abaixo de zero.

um amigo mostrou-se preocupado porque as praias de Cascais não têm bandeira azul. Que bom. Uma decisão do governo local  carregada de bom senso e clarividência. Bem hajam por ignorarem essa coisa que dá pelo nome de Bandeira Azul, uma instituição europeia que só serve para fazer de conta e estragar dinheiro. À custa da bandeirinha há, cá e lá, umas centenas, ou milhares, de gentes que vivem disto; bem podiam ir limpar as matas. Como sempre acontece, por cá, todos os anos ficamos contentes porque o número de bandeirinhas aumentou: temos melhores praias no Atlântico e nos rios. Mentira.

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Adaptado de Esquire, de Matthew Buchanan