mar de pedra

Voltámos ao sempre surpreendente Parque Natural das Serras de Aires e Candeeiros. O ponto de encontro foi na charmosa terra de Alcanede. Desta vez para além da paisagem única do carso (rocha calcária alterada) fez parte do programa espreitar “o interior da coisa”, isto é,  a descida à Gruta – Algar do Pena.

Mais dois ou três quilómetros andados, sempre com boa conversa, e chegámos à atração da tarde, o “baile dos dinossauros”. O adequado nome para a enorme jazida de pegadas  nos calcários do Jurássico Médio que podemos gozar em Vale de Meios.

artigo completo no Notícias do Mar de novembro de 2018:

https://www.dropbox.com/s/vtoepyp7xne6fjt/PNSAC%20-%20pedras%20e%20mais%20pedras%20-%20Tejo%20a%20p%C3%A9%20em%20out%2018.pdf?dl=0

a onde te levam os teus passos?

Tempo de andar.

Neste tempo, sem tempo, andar é, talvez a melhor acção que o Homem pode fazer por si e pelos outros; pelo próprio planeta. Estamos esquecidos, mas andar é a primeira forma de viajar e, ainda hoje não temos outra maneira de ir tão longe como com os nossos passos.

Artigo completo, Notícias do Mar, set 2018:

https://www.dropbox.com/s/qlj8pxhusvpu4z3/a%20onde%20te%20levam%20os%20teus%20passos%20%28Not%C3%ADcias%20do%20Mar%20set%202018%29.pdf?dl=0

caminhar no estuário do Sado

caminhar no magnífico estuário do Sado e almoçar e visitar a quinta do projecto Romã é o nosso convite para domingo, dia 29.

tejo a pé em março e abril

desde há 10 anos que um grupo de amigos (amigo trás amigo) faz uma caminhada.

Tejo a pé porque a coisa surgiu informalmente na ex Administração da Região Hidrográfica do Tejo, I.P.

em março andámos pelo Tramagal.

Notícia no Notícias do Mar que todos os meses nos publica:

https://www.dropbox.com/s/5wvqu6n2t3a5unw/noticias%20do%20mar%20-%20tejo%20a%20p%C3%A9%20no%20Tramagal%20-%20mar%202018.pdf?dl=0

em abril vamos ao Sado e Palmela, imperdível:

https://www.dropbox.com/s/f50ps07evv6zoet/caminhada%20-%20projecto%20rom%C3%A3%20%28abril%202018%29.pdf?dl=0

caminhada na ribeira das vinhas em Cascais

No último domingo solarengo antes do abençoado inverno um numeroso grupo de amigos e caminheiros juntou – se no Mercado da Vila em Cascais e andou pelo campo desta terra. O convite foi-nos feito pela famosa ribeira das Vinhas.

Artigo completo no Noticias do Mar:

https://www.dropbox.com/s/nomub1b97df8vg8/vinhas%20em%20Cascais%20-%20noticias%20do%20mar%20-%20mar%C3%A7o%202018%20%28tejo%20a%20p%C3%A9%29.pdf?dl=0

andar nos rios

Assim é o Tejo a pé:

Vamos andar pela Reserva Natural do Estuário do Tejo, designadamente nos exuberantes troços finais dos rios Sorraia e Almansor. Igrejas e castelos todos os outros (Espanha, Itália, França, etc.) têm melhor que nós, rios não, os nossos são os mais vivos, aproveitemos e vamos vive-los. Esta é a Rota das Lezírias (PR1 – BNV), durante muitos anos sonhada pela Câmara Municipal de Benavente que nos vai receber e a quem agradecemos desde já muito às técnicas Ana Palmar e Cristina Gonçalves. A a nossa caminhada será o  PR1 – BNV,  uma rota circular com cerca de 14 km.

Artigo completo:

https://www.dropbox.com/s/45auiyv9nyincdi/noticias%20do%20mar%20-%20tejo%20a%20p%C3%A9%20em%20benavente%20-%20set%202017.pdf?dl=0

Natividade Silva, amiga caminheira de longa data, viu assim a Rota das Lezírias:

https://drive.google.com/open?id=0B2bZ__ulrxHaZHhRSHQwcHEwd28

 

 

para lá do Marão

Hoje é daqueles dias em que o “adoro escrever, só detesto começar” é ainda mais verdade. O “Tejo a pé”, um grupo de caminhada informal, esteve em Trás-os-Montes, ou seja, o “Tejo andou no Douro”. Este país é único; rios como os nossos não há mais na Europa. Em contrapartida, todos os outros (Espanha, Itália, França…) têm melhores igrejas, castelos, monumentos… É só por esta verdade que insisto no património natural da nossa terra como o maior dos valores turísticos e verdadeiramente distintivo. Andámos no Douro, mais concretamente no Tua, fruto de uma parceria com a Casa do Lagares Vara e Pedra, muito mais que uma casa de campo, na pessoa do biólogo Paulo Pinto. O Paulo preparou-nos um magnífico fim de semana que incluiu várias dimensões do que faz um humano feliz. Em Vilas Boas, no bonito concelho de Vila Flôr, bem para lá do Marão, no Parque Natural Regional do Vale do Tua, andámos cerca de 11 quilómetros de um encanto difícil de escrever e retratar. Jamais imaginámos que seria possível em Portugal andar tal distância continuamente com vistas soberbas.

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pós-férias

Durante alguns anos tive responsabilidades públicas nos rios do Tejo, estudar, autorizar, licenciar. Sempre que possível, indiscutivelmente sempre que necessário, saí da secretária e estive no local; muito poucas foram as semanas que fiquei em Lisboa. Todavia, depois das férias deste ano, confesso-vos que não conhecia suficientemente a realidade; isto não significa que o serviço, no caso a ARH do Tejo I.P., não cumprisse a função: usar e valorizar a água.  Felizmente, desde a Guarda até Lisboa,  a equipa da ARH integrava técnicos locais de enorme valor e conhecimento que sempre apoiavam a tomada da melhor decisão  pelo bem público e interesse dos utilizadores, quase sempre conciliáveis.
Durante uma semana andei, no sentido literal do termo, a melhor forma de conhecer uma região, pelas bacias do Tejo e Zêzere, pelos pequenos e únicos rios destas grandes bacias hidrográficas.

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agosto

férias 2016 1

Fui tirar umas cópias num daqueles centros em que os comerciantes trabalham sem horas e sem meses; aqui agosto, quando tudo debanda em férias, é igual a qualquer outro mês. A senhora das cópias comentou que muito gostaria de voltar ao Gerês mas que a vida não a deixa. Também li sobre férias num jornal on line um artigo sobre o magnífico S. Lourenço do Barrocal, um cinco estrelas no campo aos pés de Monsaraz, onde alguém comentava e se queixava que “aquilo” não era para as posses de qualquer um…, grande mentira; fui lá tomar um café num soberbo fim de tarde e ainda provei magníficos vinhos sem pagar um tostão. Vivi como posso o cinco estrelas no campo mas garanto-vos que foram umas horas muito bem passadas.

Em Portugal o melhor é borla.

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andar (convite para caminhar no verão)

andar é a melhor das actividades físicas, sobretudo neste tempo artificial de “cultura de ginásio”.

para conhecer uma terra, cidade ou um povo nada se compara como o andar a pé.

se juntarmos o andar e a natureza o resultado roça o divino.

experimente e verá, no Tejo a pé vivemos informalmente, em grupo de amigos/conhecidos, esta verdade.

Tejo a pé no Notícias do Mar de junho:

https://www.dropbox.com/home?preview=tejo+a+p%C3%A9+em+junho.pdf

Convite para caminhar no verão:

Centro de Ciência Viva de Estremoz (Universidade de Évora)

http://www.ccvestremoz.uevora.pt/home/

julho

dia 23, 10:00, praia da Parede: “geobiodiversidade, algumas páginas da história da Terra na praia das Avencas (Parede)”

dia 24, 10:00, praia do Guincho: “a história da Terra do Guincho à serra de Sintra”

setembro

dia 3, 10:00, praia da Parede: “geobiodiversidade, algumas páginas da história da Terra na praia das Avencas (Parede)”

dia 4, 10:00, praia do Guincho: “a história da Terra do Guincho à serra de Sintra”

inscrição obrigatória em:

http://www.cienciaviva.pt/veraocv/2016/

 

Adaptado de Esquire, de Matthew Buchanan