tejo a pé a Oeste (janeiro)

 

mais gente caminha.

quem o faz sente o bem desta prática.

no  Tejo a pé, uma vez por mês, caminhamos sem pressa: convivemos, olhamos, respiramos, sentimos e vivemos.

https://www.dropbox.com/s/mbp8d0kgsn5nx88/tejo%20a%20p%C3%A9%20no%20Not%C3%ADcias%20do%20Tejo%20%28caminhada%20em%20janeiro%29.pdf?dl=0

 

 

sopas

No passado domingo, como acontece todos os meses, andei com o “Tejo a pé”, um grupo informal de caminheiros, no Oeste. Andar pelo campo é do melhor que podemos fazer por nós. Andar, como é simples e acessível a todos, na generalidade esquecemo-lo. Um errado modo de vida assente numa tecnologia de valores e efeitos duvidosos para aí nos conduziu e a isso nos convida. Nós deixamo-nos ir. Entretanto, pelo Oeste, neste passo a passo de caminheiros demos com uma enorme cerca onde estavam umas largas dezenas de cabras. Realçava, no meio de alguma bandalheira, o vivo laranja de muito mogango que tinha sido dado aos animais como alimento. Rapidamente se ouviu, dito por um local, “este ano houve muitas abóboras”. A poucos quilómetros, aqui no Alentejo, das ditas abóboras, ou seja do mogango, resulta uma das melhores sopas que pode sair de qualquer cozinha: o feijão com mogango.

Continue reading

Árvore de Natal

Embora o Presépio e a Árvore de Natal tenham passado para um plano secundário, para muitos, felizmente, ainda têm algum significado pelo seu enorme simbolismo e não só. Por ora, parece que o que conta é quem tem o maior presépio e árvore mais alta, quiçá com mais luzes.

Cada vez mais admiro as árvores. Num tempo em que a tecnologia avança a um ritmo mais rápido que a própria mentalidade do homem, mas que nada resolve do essencial, a árvore converte-se num ponto de referência indispensável. As suas qualidades – imobilidade, estabilidade, neutralidade e equanimidade, assim como a sabedoria do seu ritmo – dão-lhes um especial valor como amigas e conselheiras. Repare-se no comportamento das árvores face às estações do ano, uma enorme sabedoria.

A semana passada caminhei, com o grupo “Tejo a pé”, por Monsanto (Lisboa). As árvores ajudam muito a restabelecer o diálogo correto entre o ser humano e a natureza.

Continue reading

andar (convite para caminhar no verão)

andar é a melhor das actividades físicas, sobretudo neste tempo artificial de “cultura de ginásio”.

para conhecer uma terra, cidade ou um povo nada se compara como o andar a pé.

se juntarmos o andar e a natureza o resultado roça o divino.

experimente e verá, no Tejo a pé vivemos informalmente, em grupo de amigos/conhecidos, esta verdade.

Tejo a pé no Notícias do Mar de junho:

https://www.dropbox.com/home?preview=tejo+a+p%C3%A9+em+junho.pdf

Convite para caminhar no verão:

Centro de Ciência Viva de Estremoz (Universidade de Évora)

http://www.ccvestremoz.uevora.pt/home/

julho

dia 23, 10:00, praia da Parede: “geobiodiversidade, algumas páginas da história da Terra na praia das Avencas (Parede)”

dia 24, 10:00, praia do Guincho: “a história da Terra do Guincho à serra de Sintra”

setembro

dia 3, 10:00, praia da Parede: “geobiodiversidade, algumas páginas da história da Terra na praia das Avencas (Parede)”

dia 4, 10:00, praia do Guincho: “a história da Terra do Guincho à serra de Sintra”

inscrição obrigatória em:

http://www.cienciaviva.pt/veraocv/2016/

 

tejo a pé

isto é o Tejo a pé (quase o centro de Cascais; quem diria.)

isto é o Tejo a pé (quase o centro de Cascais; quem diria!)

há alguns anos, provavelmente 8 ou 9, no seio da  ARH do Tejo surgiu informalmente o Tejo a pé.

Tejo a pé, um grupo de caminhada para andar no campo a usufruir  rios vivos e vividos.

mais de 500 pessoas, 120 caminhadas escrevem a nossa história.

uma vez por mês andamos e conversamos, até um dia.

amigo leva amigo. Cada um toma conta de si e todos tomamos conta de todos.

o campo faz bem, “descobriu” a ciência, não há melhor forma de conhecer uma terra, e, já agora, pessoas.

IMG_4700

Cascais.

caminhada em Alcochete [Tejo a pé]

O grupo informal de caminheiros Tejo a pé andou em Alcochete, nas margens do Tejo.

Guiados pelo mestre Miguel Boieiro conhecemos muitas plantas e soubemos das suas propriedades.

Além de um dia muito bem passado compreendemos o valor de um rio como o Tejo.

Assim é o Tejo vivo e vivido.

Aproveite a natureza de excelência que tem à porta de casa.

in Noticias do Mar:

https://www.dropbox.com/s/vpi67oemihazbk0/alcochete%20-%20tejo%20a%20p%C3%A9%20em%20mar%C3%A7o%202016.pdf?dl=0

 

à volta das plantas

 

IMG_3885

IMG_3977

Com Miguel Boieiro o Tejo a pé andou nas margens do Tejo, em Alcochete.

Soubemos um pouco do muito que o Miguel sabe sobre as plantas que naturalmente por ali nascem e crescem.

Cerca de 50 amigos caminheiros e dois canídeos, apesar do vento frio, passaram um dia muito bom e levaram para casa algumas plantas para saborear. Como sempre, a meio do dia, houve o magnífico almoço onde cada um trouxe o que quis e nada faltou.

Na verdade o Tejo no seu melhor.

Alguns testemunhos fotográficos:

Natividade Silva:

https://goo.gl/photos/ouvf2eVVbvsbY6GFA

Paula Alves:

https://onedrive.live.com/?authkey=!AgOkrw-xRlZHiEo&id=FC7064BDB35DBBBF!4596&cid=FC7064BDB35DBBBF

Carlos Cupeto:

https://picasaweb.google.com/109212587513581186400/Alcochete28DeFev2016TejoAPe?authkey=Gv1sRgCIfn4ZPH0JeFPw

 

 

rota da água – Torres Vedras

este é o Tejo a pé, um grupo informal de amigos que se junta uma vez por mês para andar no campo, no Tejo ou noutro qualquer rio.

https://dl.dropboxusercontent.com/u/51403445/facebook_tt/20160223/Rota_da_Agua_-_Torres_Vedras.pdf

 

rota das azenhas – Guadiana (Serpa)

Provavelmente já poucos duvidam que o campo faz bem. A natureza contagia-nos positivamente e andar no campo é terapêutico. Nenhuma outra atividade física proporciona tantos benefícios no organismo com tão pouco esforço. Por isso, caminhar não é uma perda de tempo nem uma forma de nos cansarmos inutilmente. Nada se compara com o caminhar, o avião leva-nos às terras mais distantes, mas é no andar que encontramos a melhor forma de conhecer uma região, de viver patrimónios e conhecer gente.

Há alguma forma melhor de viver uma cidade do que percorrê-la a pé? Por que razão estamos esquecidos de andar a pé? Por que nos levaram a esquecer a possibilidade de caminharmos dois, três ou mais quilómetros até ao emprego ou escola?

Continue reading

Monsanto a pé

Tejo a pé

 

IMG_3364

 

IMG_3359

Quanto mais conhecemos Monsanto mais nos orgulhamos de sermos portugueses.

Com felizes regressos numa caminhada bastante tranquila do Tejo a pé o Nuno Luz, excelente técnico e guia da CM de Lisboa, mostrou-nos mais Monsanto, mesmo aquele que o nevoeiro não nos deixou ver: “um olhar sobre o Tejo”.

Apetece conhecer mais.

No moinho do Penedo, no fim, já próximo das 14:00, espreitámos o sol ao almoço e partimos mais felizes e contentes.

IMG_3348

 

IMG_3346

 

 

 

 

Adaptado de Esquire, de Matthew Buchanan