Bolsonaro está a chegar?

Público, 3, nov, 2018

Tancos: “se pesam que me calam, não me calam.” (Presidente da República)

Estou enganado ou isto é gravíssimo?

Quem quer calar Marcelo e porquê?

Que democracia? Que governo?

JN, 2, nov, 2018

BPN, 10 anos e 6 mil milhões depois: “ninguém quer saber o que se passa” (Mariana Mortágua)

Esta sra é economista, deputada e pertence a um partido que apoia o governo e o orçamento de estado.

O que faz esta sra no Parlamento?

suspeito que também vamos ter um Bolsonaro.

os fascismos espreitam (o PCP e não diria melhor).

pegada ecológica de Portugal…

pegada ecológica de Portugal, uma vergonha.

https://www.publico.pt/2018/10/30/ciencia/noticia/pegada-ecologica-portuguesa-recuou-crise-precisos-22-planetas-1849297

isto é o resultado de anos e anos a tapar o sol com uma peneira…
programas e projectos de milhões e milhões que para nada servem a não ser para iludir a coisa, isto é, para agravar a coisa como mostra esta notícia.
ainda ontem no Público uma sra professora escreveu sobre um destes programas do “faz de conta”:

https://www.publico.pt/2018/10/29/sociedade/opiniao/admiravel-mundo-sustentavel-1848716

enquanto isto há milhões de pessoas com fome e está em curso a sexta grande extinção…
o nosso António Costa é exímio, aprende com muita facilidade a retórica que convém, a propósito do OE 2019 foi ouvi-lo a falar em eficiência energética, descarbonização, luta contra as alterações climáticas, aposta nos transportes públicos, economia circular, ciclovias, etc., etc.

autoestrada e comboio

Na semana passada, no dia em escrevi sobre a autoestrada estúpida aconteceu um grave acidente na Estrada Nacional nº 4 junto a Vila Boim- Terrugem. Um jornal nacional noticiou e publicou a fotografia de um camião de grandes dimensões que se despistou, felizmente para o talude da estrada. Hoje volto ao tema porque a estupidez é tão grande que não se esgota e merece ser insistentemente gritada.

 

 

Espanta-me muito que a partidarice local/regional não clame por tão justa causa: “portagens a custo que possibilite a criação de riqueza”. Numa linguagem bem mais comum à esquerda do nosso contentamento: “o povoamento do Alentejo e a criação de emprego”, o PCP não diria melhor. Como é que as Comunidades Intermunicipais cá da terra estão quietas e caladas? Como é que a Sra Presidente de Montemor aceita que a sua terra seja esventrada e devassada, com elevadíssimo risco, com um tráfego que nada tem a ver com Montemor? O mesmo Vendas Novas? Será que a estupidez gera estupidez e que, supostamente a hipotética defesa do negócio das bifanas, ou das empadas, justifica tal aberração?

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“…portugueses, somos óptimos.”

uma pedrada no charco?

entrevista de Vasco Pulido Valente ao Público:

https://www.publico.pt/2018/10/21/politica/entrevista/portugueses-optimos-1848215

autoestradas estúpidas

Uma manhã destas percorri a Estrada Nacional nº 4 nos seus escassos 10 quilómetros entre Estremoz e Borba, contei 32 camiões de transporte internacional. Também vi muitos tratores da vindima para além do transito ligeiro particular e comercial e muitos turistas que no início de outubro ainda viajam por estas paragens, vindos da ou para a fronteira. Ao lado a autoestrada está deserta. Esta e as outras autoestradas são grande parte da razão da nossa enorme dívida.

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ambiente e desenvolvimento

Como se sente, também nesta matéria do ambiente, Portugal tem que dar um passo em frente, vários passos. O ambiente (leia-se geobiodiversidade e tudo à volta) constitui, sem dúvida, para Portugal uma mais valia sem paralelo. O ambiente não pode ser visto como um mero meio castrador e proibitivo, mas antes como um fator de competitividade. Assim o saibamos entender, a começar pela tutela. É uma oportunidade para os investidores e uma mais-valia para quem vive neste magnífico território. Desenvolvimento e qualidade ambiental são, não só compatíveis, como necessários. São a mesma face da moeda apesar de muitos ainda não o terem compreendido. Não é possível continuar a ignorar esta realidade, o ambiente como fator de competitividade e não como limitante do desenvolvimento económico e social.

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estado social

“O Estado social não produz coisa nenhuma, apenas se apropria da riqueza, redistribuindo os proveitos resultantes da produção de terceiros.”   (Ricardo Arroja, in: ECO – economia online)

será que é verdade?

tribunal de contas e UÉv

as conclusões  do relatório do TC relativamente às contas da UÉv são hilariantes.

um marciano que as ouvisse pensaria: “Estado Português é top”.

como não sou marciano e vivo com o Estado Português sinto todos os dias vários estados com diversas e dispares medidas.

haja estofo para aguentar, e pagar, este Estado.

na verdade cada povo tem o Estado que faz.

Deus nos ajude.

PS – em boa hora criei neste blogue o novo tópico NÚTÍCIAS, até parece que estava a pensar no Estado português.

moedas

Moedas, o Carlos.

Este nosso Comissário tira-me do sério. Não me deixou ir de fim de semana sem rabiscar este escrito. A eminência i-tec andou pela minha terra, Alto Alentejo, mas esta minha “paixão” pelo que o Comissário faz ficou bem enraizada aqui há 3 ou 4 meses, quando a criatura decidiu dar uma festa na universidade onde trabalho. Sim, porque isto é tudo uma festa, muito jovem e divertida. A coisa foi de tal maneira importante e marcante que já não me lembro do tema e muito menos do que o homem disse; uma verdadeira inutilidade. O que também me aborreceu foi ter insistido com os meus alunos para participarem e alguns, coitados, lá estavam. Quando entrei na sala fui assaltado por jovens, felizes e sorridentes, que me disseram que podia participar na sessão através de uma aplicação no smartphone. Não mandei a menina à merda por respeito à casa que me dá o pão. Isto é, estou numa sala e posso intervir na sessão que aí vai decorrer através do smartphone. Foi mais ou menos isto que este senhor e os seus amigos andaram a fazer em Marvão. Uma estupidez que nada interessa para a vida e os problemas das pessoas que esta gente não conhece nem quer conhecer. É assim que gastam o dinheiro dos meus impostos e isto chateia-me cada vez mais. E a vós, não?

inutilidades

Adaptado de Esquire, de Matthew Buchanan